terça-feira, 21 de maio de 2013

     Fabricante preparará seus jatos até 2018 para competir num mercado que renderá US$ 315 bilhões.

     No dia 17 de junho a Embraer deve lançar formalmente a segunda geração de E-Jets que irá disputar um mercado estimado em 315 bilhões de dólares, envolvendo aproximadamente 6,8 mil aeronaves ao longo de 20 anos. O anúncio será feito no glamouroso Salão de Aeronáutica e Espaço de Paris, no aeroporto de Le Bourget, e a empresa deve apresentar modificações que conservarão os atuais projetos, mas que trarão consideráveis ganhos de eficiência, principalmente no consumo de combustível.

     Nos modelos E-170 e E-175 haverá redução de 5% no consumo, enquanto que nos E-190 e E-195, a economia será de 4,4%. O projeto deverá conter também winglets maiores, os wingtips, que serão estruturas mais longas e em ângulo crítico, aumentando a aerodinâmica e o seu desempenho. A empresa também deve aperfeiçoar primeiro os E-175, para 86 passageiros, que a partir de 2014 já deverão ser entregues com as novidades. Porém, só em 2018 é que toda a família estará disponível na nova versão, podendo até haver extensão na capacidade das aeronaves.

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