quinta-feira, 12 de abril de 2012

     Voando pelas notícias da aviação brasileira e mundial. Destaques: Aerolíneas e Austral retiram seus MD-80 e B737-5 da frota; Atualizações no projeto 737 MAX.


  • Os 'velhos' se aposentam: Com o voo AU-2883 procedente de Río Gallegos, que pousou nesta terça-feira (dia 10) às 6h30 no Aeroparque (Buenos Aires), o último MD-80 da Austral deixou o serviço ativo na frota. Também cumpriu a última operação na Aerolíneas Argentinas o Boeing 737-500, que realizou o voo AR-1867 entre Trelew e Aeroparque. A retirada desses modelos de aviões da frota dessas companhias já estava aprovada no Plano de Negócios 2010/2014, apresentado pela Aerolíneas Argentinas, que já retirou, também, os Boeings 737-2; os Boeings 747 e, agora, os MD-80 e os Boeings 737-500. Com essas retiradas a Austral conta, agora, com uma frota homogênea de 20 E-jets 190, enquanto a Aerolíneas Argentinas passa a ter uma frota composta por Boeings 737NG (curto alcance) e 11 A340 (longo alcance).
Fonte: Portal Panrotas

  • A Boeing atualizou seu projeto MAX: A fabricante americana Boeing anunciou que tem feito uma série de atualizações no projeto do 737 MAX para otimizar o desempenho da nova variante do motor. O cone de cauda será estendido e a seção acima do elevador será engrossada para melhorar a estabilidade do fluxo de ar. Isto elimina a necessidade dos geradores de vórtice na cauda. Essas melhorias vão resultar em menos arrasto, melhorando o desempenho do avião. Os novos motores CFM International LEAP-1B serão integrados às asas, semelhante às linhas aerodinâmicas dos motores do 787. Um novo amortecedor e uma escora, juntamente com uma extensão de oito polegadas no trem de pouso dianteiro, irá manter a mesma distância do solo atual do 737, porém acomodando hélices maiores nas turbinas. O design da porta dianteira foi alterado para se adaptar a esta revisão. Os controles de voo incluirão spoilers fly-by-wire, o que economiza o peso do sistema mecânico usado anteriormente. O modelo também contará com um sistema de ar eletrônico do tipo “bleed”, que permite otimizar a pressurização da cabine e os sistemas que evitam congelamento, resultando em uma melhor queima de combustível. Além de todas essas modificações, outras menores também foram feitas, e uma possível revisão para as pontas das asas do MAX também está sendo testada no túnel de vento para avaliar se esta nova tecnologia poderá beneficiar ainda mais o avião.
Fonte: Portal Revista Flap

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